Áreas de Atuação

TERRAPLANAGEM

 

Execução de terraplanagem de base

É o conjunto de operações como escavação, carga, transporte, descarga, homogeinização e compactação dos solos, necessários à construção de estradas, maciço de barragens e plataformas terrestres. Em geral.

Esses procedimentos de execução tem como finalidade principal, garantir sobretudo, o suporte e a resistência adequada aos mais variados esforços e energias, resultantes da utilização para o qual a obra foi projetada, seguindo um rigoroso controle tecnológico e geométrico no estudo e na aplicação dos solos.

 

 

PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA

 

Aplicação de asfalto.

São distintas camadas finais de revestimento com espessuras e graus de compactações diferentes, determinadas após estudos tecnológicos, geotécnicos, geométricos e classificação da rodovia.

Podem ser identificadas como:

Sub-base

Base

Imprimação

Revestimento em TSS (Tratamento Superficial Simples)

Revestimento em TSD ( Tratamento Superficial Duplo

Revestimento em CBUQ ( Concreto Betuminoso Usinado a Quente)

 

Os revestimentos variam de acordo com o tipo de Classe da estrada a ser construída, levando-se em conta principalmente o fluxo, as cargas, a viabilidade e a importância econômica. Trata-se de pavimentos flexíveis constituídos basicamente de Ligantes betuminosos derivados do petróleo e agregados de areia e brita ou só brita.

 

Os principais equipamentos utilizados para execução desses serviços vão desde Motoniveladoras, Trator de pneu com grade, Rolo Pé de Carneiro, Rolo liso, Caminhões pipa, Caminhões basculante, todos na execução de Sub-base e Base e Usina de Alfalto, Caminhão espargidor, Caminhão basculante, Distribuidor de agregados e Acabadoras de asfalto nos revestimentos.

 

 

PAVIMENTAÇÃO A PARALELEPÍPEDO

 

Pista à paralelepípedo

Nas áreas urbanas, principalmente nos diversos municípios do Rio Grande do Norte, a pavimentação a paralelepípedos é bastante comum em ruas e avenidas onde o tráfego permite e onde há material disponível para a utilização. A pavimentação a paralelepípedo consiste basicamente em assentar-se paralelepípedos devidamente rejuntados, de acordo com o método empregado, sobre colchão de areia limpa e isenta de matérias orgânicas.

Os dois principais métodos para a execução da pavimentação a paralelepípedo são: Método Convencional e Método Bripar.

Diferem basicamente na forma e nos materiais utilizados para execução do rejuntamento dos paralelepípedos.

Pelo Método Convencional as juntas do pavimento são preenchidas com argamassa de cimento e areia no traço 1:3.

Já o Método Bripar consiste em preencher as juntas com brita e cascalhinho e utilizando-se material betuminoso, preferencialmente Emulsão Asfáltica RR-2C, para unir a brita com o cascalhinho e os paralelepípedos.

 

 

CONSTRUÇÃO DE LAGO DE ESTABILIZAÇÃO

 

Neste seguimento a CLC vem atuando há bem pouco tempo com execução de barragens de terra. Seguindo os padrões de engenharia e disponibilizando para tanto equipamentos modernos e em perfeita consonância às exigências que esse tipo de obra requer.

 

 

CONSTRUÇÃO DE BARRAGENS, AÇUDES, PONTES E ADULTORAS

Construção de ponte no rio Alecrim

 

Neste seguimento a CLC vem atuando há bem pouco tempo com execução de barragens de terra. Seguindo os padrões de engenharia e disponibilizando para tanto equipamentos modernos e em perfeita consonância às exigências que esse tipo de obra requer.

 

 

DRENAGEM DE ÁGUAS PLUVIAIS

 

A drenagem de águas pluviais destina-se a captar as águas de chuva de uma determinada área (rua, conjunto, bairro, cidade, etc.) e encaminhá-las para algum local onde possam seguir seu destino natural sem causar inundações nem transtornos à sociedade. Normalmente, as águas são encaminhadas para lagoas de captação, que serão responsáveis por permitir sua infiltração no solo, ou para rios ou lagos.

A drenagem torna-se necessária a partir do adensamento urbano, onde a pavimentação de ruas, construção de unidades habitacionais, entre outros diminui, drasticamente, a capacidade do solo de absorver as águas precipitadas.

O sistema de drenagem urbana de águas pluviais é composto basicamente pelas bocas de lobo, galerias pluviais, poços de visita e é construída, normalmente, sob as ruas pavimentadas da região que se deseja drenar. As águas precipitadas nessas ruas são escoadas até as bocas de lobo que são responsáveis por encaminhá-las para as galerias que, por sua vez, conduzem as águas até o seu destino final.

 

 

CONCRETAGEM

 

O processo executivo de uma concretagem obedecendo um traço pré-estabelecido, começa na seleção do material a ser utilizado, por exemplo: cimento, tipo de agregado e aditivo. Depois da escolha dos materiais adequados, tem-se a etapa da mistura, que pode ser feita por Betoneiras elétricas, Caminhões Betoneiras e Auto Betoneiras, obedecendo a um determinado tempo de mistura. O transporte pode ser feito na horizontal ou verticalmente , neste último caso com auxílio de bombas para grandes elevações, evitando-se grandes distâncias para não

comprometer o tempo de inicio de pega que geralmente se dá a partir de 2 e 4horas, sem e com aditivo retardador respectivamente.

A próxima etapa da concretagem consiste no adensamento, podendo ser feito por vibradores de imersão ou de superfície. Essa fase se faz necessário para a retirada dos vazios formados durante a mistura e que podem comprometer a estrutura.

A última etapa da concretagem é a cura, podendo ser realizada desde a forma mais comum como película d’água ou borrifação de produtos de cura química. Essa etapa é muito importante para que não haja evaporação repentina da água do concreto tornando-o frágil com a alteração da resistência característica.

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Governo do Maranhão
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Petrogal
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Prefeitura de Mossoró
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DERTINS
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Grupo Construcap
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DNIT
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Exército Brasileiro
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Governo do RN
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Partex
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Prefeitura de Caraúbas
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Governo do Piauí
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DER
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Governo da Bahia
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DER - PE
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Petrobrás
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Repav Construtora
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Elo Telecomunicações e Construções
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Sucesso
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OAS
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Enteco Estruturas Metálicas
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Galvão Engenharia
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CONPASFAL
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Quantra Petróleo
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Queiroz Galvão
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AFASA
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